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Diferenças culturais



Estudar inglês não é apenas aprender a falar, ouvir, escrever e ler neste idioma. De fato, quando estudamos um novo idioma entramos em contato com a diversidade cultural de vários povos – e é importante conhecer o comportamento de algumas culturas para evitar constrangimentos. 

Vamos verificar as diferenças de comportamento entre brasileiros e norte-americanos nesta crônica de Michael Jacobs, professor de inglês e escritor. 

“Não é raro que os brasileiros que viajam para o exterior estranharem a atitude direta das pessoas. Veja neste exemplo como a mesma situação se passaria no Brasil e nos Estados Unidos: 

No Brasil
Pergunta: Você sabe onde fica a rua Brito Peixoto? 
Resposta: Bem, acho que sim... já ouvi falar, mas pergunte àquele sujeito do boteco da esquina, porque ele conhece toda a redondeza. E se ele não souber, com certeza o Chico da banca de jornal pode lhe emprestar o guia de endereços. 

Nos Estados Unidos
Pergunta: Do you know where Oak Street is? 
Resposta: No. 

O norte-americano não está sendo mal educado, ele simplesmente não sabe e não tem mais nada a dizer a respeito.” 

Este comportamento objetivo, como bem citou o autor, não se trata de má educação; os brasileiros têm outro modo de agir, por isso estranham tais modelos – isso é muito comum acontecer em ligações telefônicas também: os norte-americanos geralmente são ainda mais objetivos.  

Confira nos links a seguir alguns relatos e matérias sobre o comportamento de:



Canadenses 




Fonte: “Como não aprender inglês – erros comuns do aluno brasileiro”, de Michael A. Jacobs
Fonte da imagem: internet

Atividade - Turma de Administração (1B)

O texto que acompanharemos a seguir é uma reportagem feita pela BBC - British Broadcasting Corporation, uma emissora pública de rádio e TV do Reino Unido – sobre os 500 anos do “descobrimento” do Brasil. A matéria data do ano 2000, portanto há 10 anos.

Mesmo assim vale a leitura e análise deste texto, que está adaptado para aquilo que nós estudamos.

Utilize as técnicas de leitura e interpretação trabalhadas em sala de aula. Caso precise de um dicionário, clique AQUI. ( atenção: o “Google Translator” tem sua eficiência para traduzir as palavras, mas em relação a textos já apresenta algumas dificuldades. Lembre-se que estamos aqui para aprender uma habilidade específica em inglês, ok?)

Brazil: Country of the future?
By Americo Martins of the BBC Brazilian Service
Generations of Brazilians have long been taught that they lived in "the country of the future".
With its vast territory, natural resources and economic potential, its people were led to believe that Brazil had a guaranteed place as one of the world's leading countries.
But as the country celebrates 500 years since the arrival of European explorers, the promise of a bright future has not come true for the majority of its population.
A great number suffer daily from tremendous inequality, widespread corruption and growing violence.

Social problems

In fact, Brazil is one of the most unequal countries in the world. About 50 million Brazilians are poor, 32 million do not have access to clean water and 24 million are illiterate. Many have to live on a mere $77 per month, the country's minimum wage.

Living in huge "favelas" or shantytowns, the poor in fact have limited access to education, the job market and the health system.

One of the results of the social exclusion has been an increase in violence.


Texto original: http://newscdn.bbc.net.uk/2/hi/americas/721432.stm
Imagem: http://www.conversaafiada.com.br/antigo/?p=28686

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Agora que você fez a leitura, passou pelas etapas de prediction, reconhecimento de cognatos, skimming e scanning, procure responder a estas questões, de acordo com as informações no texto, no espaço dos “comentários”:

1. Quais são as razões que levaram a população brasileira a acreditar que o Brasil “é o país do futuro” e por quais motivos esta previsão não se realizou?

2. Esse texto é do ano 2000. Faça uma rápida pesquisa na internet e compare os dados sobre pobreza, analfabetismo e salário mínimo informados na reportagem com os dados sobre tais itens 10 anos depois: houve mudanças?

3. Você, como futuro administrador – ou em qualquer outra profissão que venha a seguir – de que forma poderia contribuir para reduzir a desigualdade em nosso país e ajudá-lo, de fato, a ser “o país do futuro”?

Data limite para as respostas: 24/11. Lembre-se que a semana de provas é neste período ( 22 a 26 de Novembro). Boa sorte! ( Respostas no item "comentários" logo abaixo)

Samba do Approach

Olá, pessoal!

Acompanhamos na escola, durante as aulas de Geografia ( com a professora Zilda) e Inglês, a música "Samba do Approach", de Zeca Baleiro com participação de Zeca Pagodinho. Além de ser uma canção muito divertida, a letra pode nos ensinar muita coisa do conteúdo de língua inglesa e de Geografia.

Vamos conferir o vídeo clipe desta música?




Certamente você ficou em dúvida quanto ao significado de várias palavras que aparecem na letra da música. A maioria destas palavras estrangeiras estão em inglês, como "brunch". Você sabe o que significa essa palavra?

O "brunch" é uma refeição intermediária entre o café da manhã e o almoço, servido entre as 10 da manhã e 2 da tarde geralmente aos domingos, muito comum nos Estados Unidos (EUA). É um "quase almoço", uma mistura de breakfast ( café da manhã) com lunch (almoço), por isso chamado "brunch".

Perceba, então, quantas informações uma única palavra pode nos trazer sobre a cultura de um país, no caso os Estados Unidos. E os demais termos em inglês? Além da sala de aula, confira também o vídeo a seguir, basta prestar atenção às imagens:






Há algumas palavras neste vídeo que foram traduzidas e merecem uma atenção especial. Estas nós discutiremos em sala de aula.

Espero que tenham gostado!

Texto para a turma de ADM.

Why are you studying English?
Por que você está estudando inglês?
Michael A. Jacobs
Já virou “papo maçante” essa história de que o inglês é fundamental. Contudo, essa é de fato a realidade que nos cerca há muito tempo, e que se acentua cada vez mais devido à globalização. Até para paquerar via internet ter o mínimo de familiaridade com o idioma é necessário.

O estudante deve encarar o aprendizado de idiomas como um dos pilares de sua formação, visando seu melhor desempenho profissional e pessoal. Não dá para levar as aulas de inglês como uma atividade secundária; elas devem ser prioridades para quem quer se dar bem, seja qual for a carreira a seguir.

[...] Dei aulas para vários executivos de uma multinacional, ainda pequena aqui no Brasil, durante um bom tempo. Alguns alunos eram muito aplicados, outros nem tanto. (Será coincidência o fato de que os mais esforçados progrediram e os demais estacionaram? Claro que não.).

[...] Sei que não é fácil arranjar tempo para estudar. Porém, se o aluno não colocar isso como uma prioridade em sua vida, nada acontece. Quando alguém me diz não ter tempo para estudar, retruco: não é que falta tempo, o que falta é prioridade.

[...] Sem inglês, o profissional brasileiro encontra maiores dificuldades para crescer na carreira. Os que o dominam, ao contrário, podem progredir. Veja bem, “podem”. Não é uma garantia, porque o Inglês, por si só, não vai suprir a formação básica e fundamental que todo o indivíduo precisa ter em outras áreas de conhecimento. Resumindo: sem inglês é difícil progredir em qualquer campo, com inglês torna-se mais fácil, porém é fundamental ter e desenvolver outros talentos.

Fonte: “Como não aprender inglês – erros comuns do aluno brasileiro, volume II”, de Michael A. Jacobs http://www.submarino.com.br/produto/1/96086/?franq=134562. Fonte da imagem de fundo da charge: salvador-tur
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Após refletir sobre o texto de Michael Jacobs, deixe sua opinião:

1. Além das aulas de inglês no colégio, o que mais você está fazendo em relação ao aprendizado da língua inglesa?

2. “Quando alguém me diz não ter tempo para estudar, retruco: não é que falta tempo, o que falta é prioridade”. Comente esta afirmação do autor.

3. Como você avalia até aqui o seu aprendizado em inglês?
Digite suas respostas clicando em "comentário" logo abaixo.

REVISÃO PARA O 3.o ANO - VERBOS REGULARES ( regular verbs)


Olá, pessoal.
Nesta unidade iremos iniciar o estudo de um verbo que tem lá sua complexidade à primeira vista, mas não é tão complicado assim depois que se adquire uma certa prática: o PRESENT PERFECT.

Mas para que possamos compreender este verbo é necessário estar "afiado" com alguns termos da língua inglesa que são fundamentais.

Por isso vamos rever em primeiro lugar os chamados VERBOS REGULARES.

Relembre este assunto na aula:




Se ainda tiver dúvidas, dê uma olhada no site abaixo ( depois retorne ao blog)
REGULAR VERBS - EXPLICAÇÃO BÁSICA

Vocês já estudaram estes verbos ainda no 1.o ano e, no 2.o ano, vimos os verbos irregulares ( aqueles que precisam do auxílio da famosa "tabela" de verbos). Então viram que tais verbos (regulares) não tem segredos: basta verificar que os verbos terminam com - ED/ -D / -IED ( existem algumas regras que serão abordadas nas próximas aulas em sala).

Hoje faremos a seguinte atividade: acessaremos DOIS SITES com alguns exercícios sobre estes verbos.

A correção das respostas é feita no próprio site e vocês tem que ficar atento aos comandos:

check - depois de responder, clique neste botão para ver seu índice de acertos.


show answers - mostra as respostas corretas do exercício. Caso você tenha errado alguma questão, clique neste botão.

ACESSE OS SITES PARA OS EXERCÍCIOS:

SITE EXERCÍCIO 1 - basta completar os verbos com a forma regular ( -ed/-d/-ied);
SITE EXERCÍCIO 2 - complete os espaços com a forma regular dos verbos entre parênteses.

Ao final ds exercícios, clique logo abaixo em "comentários" e digite qual foi o seu percentual de acertos nas atividades e o que achou do assunto ( se é fácil, difícil, etc).

WORD FORMATION - Prefixos e sufixos ( 2.o ano A)

Olá, pessoal.

Inciamos um novo assunto para a 2ª unidade de língua inglesa tratando da FORMAÇÃO DE PALAVRAS ( word formation) através dos PREFIXOS e SUFIXOS.

Se você faltou à aula ou não prestou atenção em algum detalhe, confira novamente a apresentação abaixo.



Conhecer tais elementos ( prefixos e sufixos) é um auxílio muito grande para interpretar textos um pouco mais complicados e com alguns termos técnicos que podem aparecer, sem contar na expansão do vocabulário.

Estes elementos são muito comuns. Confira a música UNBREAK MY HEART, de Tony Braxton.



Reparou como a música contém, em sua letra, algumas palavras com o prefixo –UN? Sim, elas estão lá.

Então, a tarefa de vocês será:

1- Selecionar estas palavras com prefixo –UN encontradas na letra da música;
2- Procure traduzir as frases onde estas palavras foram encontradas. Atenção: não se preocupe em traduzir a palavra com seu significado LITERAL, mas procure dar uma interpretação para que a frase possua coerência.

As respostas, é claro, nos "comentários". Prazo final para respostas: 07/06. E não se esqueçam de colocar o nome ( nada de "anônimo").

DICAS DE SITES
Estes sites podem ajudá-los:
Babylon - dicionário on-line
Inglês VIP - Prefixos e sufixos em inglês ( bem interessante)
Morfologia - sufixos e prefixos em inglês ( super completo!)
Nossa Língua Portuguesa - Leia uma bacana sobre o prefixo -un e da palavra "unplugged"
Tecla SAP - Curta e boa explicação sobre prefixos que indicam negação ou oposição a.
Inglês para vestibulandos - Boas dicas sobre prefixos e sufixos.
Qualquer dúvida, manda um recado lá no orkut.

ATIVIDADE 2.o ANO A - 12/04/2008: ESTRANGEIRISMOS

Olá, pessoal!

Antes, um recado para os alunos do 3.o ano que responderam as questões propostas neste blog: cliquem AQUI e confiram a correção em "COMENTÁRIOS".

Para os alunos do 2.o que faltaram ou quiserem rever a aula sobre INTERPRETAÇÃO DE CHARGES, CARTOONS e TIRAS, aqui está:




ATIVIDADE PROPOSTA - SOBRE ESTRANGEIRISMOS

Uma das grandes polêmicas que ainda permanecem em torno da língua portuguesa e inglesa é sobre a questão dos estrangeirismos.

Mas o que é isso?
O estrangeirismo é a utilização, na língua portuguesa, de palavras ou expressões de outras línguas, como inglês, espanhol, francês, etc.

São inúmeros e nos deparamos com essas palavras todos os dias: diet, light, shopping center, internet, e-mail, etc. Sem falar no "aportuguesamento" de palavras como cáuboi ( cowboy), faroeste ( far west), futebol ( football), bife (beef) e tantas outras palavras.

Vejamos duas opiniões bem diferentes e polêmicas sobre os estrangeirismos na língua portuguesa. Leiam com atenção.

Ron Martinez, autor do livro "Inglês Made in Brasil"

Já existem quase 500 milhões de falantes de inglês como língua materna. Os não-nativos são, no mínimo, outros 500 milhões. Não é a língua mais falada do mundo ( posição ocupada pelo mandarim), mas é a língua estrangeira mais falada do mundo, usada oficialmente em mais de 60 países do mundo e semi-oficialmente em mais de 20. É o idioma de todos os meios de comunicação, de aeroportos, do tursmo, dos negócios, dos congressos, das ciência, da tecnologia, da medicina, da diplomacia, dos esportes, do fast-food, da música popular, da publicidade e da internet. Nada menos do que dois terços dos cientistas do mundo escrevem em inglês.

Qualquer lei tentando proteger uma língua contra estrangeirismos vai ser esquecida tão ligeiramente quanto a última música de carnaval, pois não vai fazer efeito algum. As línguas são ingovernáveis. (...) Eu vejo as palavras inglesas usadas em português, não como palavras que invadiram a língua, mas como se o português tivesse tomado posse delas.

Foi o que já aconteceu com as palavras blecaute, picape, lanche e nocaute, por exemplo: já se tornaram, tanto na pronúncia quanto na ortografia, palavras mais portuguesas do que inglesas ( tente falar as palavras futebol ou time para um nativo de inglês para ver se ele as entende).

MARTINEZ, Ron. Inglês Made in Brasil - origens e histórias das palavras do inglês usadas no português. Rio de Janeiro. Elsevier 2003

Aldo Rebelo - Deputado Federal
Hard, light, diet, drink, sale, print, over, mouse. Palavras como essas causam arrepio no deputado federal do PCdoB Aldo Rebelo (SP), autor de um projeto de lei de defesa da língua portuguesa, culta e bela, porém, ultrajada, segundo ele.

Mas, ao levantar essa bandeira, o parlamentar provocou polêmica e chegou a ser apontado como xenófobo e autoritário, por querer limitar o uso de palavras estrangeiras, a maioria de origem inglesa.

ISTOÉ – Por que apresentar um projeto de lei que restringe os estrangeirismos?

Aldo Rebelo – Hoje, por causa da queda da auto-estima do brasileiro, não se diz mais, por exemplo, “começar uma reunião”. Se diz dar um start. A maioria da população não conhece o inglês. Além de dificultar a comunicação, o uso indiscriminado da língua inglesa constrange quem não a domina.(...)O problema é substituir o nosso idioma por outro.

ISTOÉ – Mas isto está acontecendo?

Aldo Rebelo – Sim. Entrega a domicílio virou delivery, liquidação foi trocada por on sale, eliminatória, melhor de três ou semifinal transformaram-se em playoffs. Por que uma loja de produtos para animais tem que se chamar pet shop?

O Banco do Brasil fez uma pesquisa com os clientes e constatou que eles condenam o uso de palavras em inglês. Além disso há aportuguesamentos de gosto duvidoso, como startar, deletar, printar.


Isso é diferente do chamado empréstimo. Há a necessidade de atualizar o idioma, criando palavras e expressões a partir dele próprio ou emprestando e adaptando termos de outros. Temos centenas de expressões de origem árabe, como açúcar, almirante, azeite, alferes. Mas nós fizemos o aportuguesamento. A palavra futebol é de origem inglesa (football) e foi adaptada para o português.
( caso queira ler a entrevista completa do deputado Aldo Rebelo, clique AQUI)

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Diante dos argumentos propostos e já sabendo o que é estrangeirismo, agora é sua vez de opinar. Responda:

1- Qual a sua posição em relação aos estrangeirismos na língua portuguesa?

2 - Você acha que é necessário proibir ou até mesmo limitar a utilização de estrangeirismos? Justifique sua resposta.

3 - Além dos exemplos já citados nos textos acima, você consegue se lembrar de algumas palavras ou termos em inglês utilizados no seu dia a dia?

Para responder, clique em COMENTÁRIOS logo abaixo.

Caso queira saber mais sobre estrangeirismos, eis aqui duas opiniões interessantes:
A língua portuguesa e o estrangeirismo.
Estrangeirismos, empréstimos ou neocolonialismo?

The future (will future tense)

 Hello!  Estudamos em sala de aula o futuro com o auxiliar WILL para expressar ações ou situações futuras que não estamos certos de que ela...